Imagem de concerto

Ópera na Academiae na Cidade

Contextos

O projeto OAC - “Ópera na Academia e na Cidade” baseia-se na experiência de 25 anos de trabalho sistematizado e descentralizado, sob a direção artística do maestro José Ferreira Lobo, na qual se destacam, entre outras, as realizações de ópera em Estremoz, Portimão, Coimbra, Óbidos, Coliseu de Lisboa, Festival Primavera de Viseu, Aula Magna da Reitoria da Universidade de Lisboa, Instituto Superior Técnico da Universidade de Lisboa, Coliseu do Porto e Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto, entre muitos outros locais de cidades e vilas de Portugal. A OAC pretende, assim, capitalizar uma das mais significativas experiências no campo da realização operática em Portugal, a seguir ao Teatro Nacional de S. Carlos.

Atualmente, o diretor artístico do projeto, José Ferreira Lobo, coordena também, o projeto “Ópera no Património” financiado com verbas do Horizonte 2020, que congrega municípios com património muito significativo, classificado pela Unesco, onde decorrem os eventos.

Breve descrição do projeto

O projeto OAC consubstancia-se na constituição de uma Associação Cultural sem fins lucrativos, legalmente formalizada, de base muito alargada, incluindo Universidades, Faculdades e Institutos Universitários, Escolas Secundárias, Municípios, Associações de Municípios e outras entidades de setores relevantes na sociedade portuguesa. No momento, são associados, ou estabeleceram protocolos com a OAC, as Universidades do Porto de Coimbra e de Lisboa, o Instituto Superior Técnico, o Comissariado Cultural da Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto, as Escolas Secundárias Gonçalves Zarco (Matosinhos) e Rainha Santa Isabel (Estremoz), Associação de Municípios do Douro Superior, os Municípios de Batalha, Leiria, Viseu, Pinhel, Montalegre, Valpaços, Baião, Estremoz, bem como a Secção Regional do Norte da Ordem dos Médicos, a Secção Regional da Ordem dos Engenheiros e Agri-Roncão Lda.

A concretização deste projeto faz-se através da realização de concertos e ópera, que, tendo por base o desempenho profissional da orquestra, de cantores e criativos (encenadores, figurinistas, caraterizadores, luminotécnicos, designers de luz, cineastas, cenógrafos, costureiras, contra-regras, diretores de cena entre muitos outros), inclui elementos singulares e coletivos das universidades, escolas e instituições envolvidas. Prevê- se o estabelecimento de pontes com diversas faculdades, centros e institutos para a produção de textos, cenografia, luminotécnica, guarda-roupa, entre outros.

A atividade de descentralização, itinerância e formação de públicos são o pressuposto central da existência desta estrutura profissional, criando inúmeras oportunidades para artistas profissionais portugueses em início de carreira, a par dos muitos consagrados que têm pisado os palcos em conjunto com a Orquestra.

Com a OAC, a ópera “sai de portas” e chega a públicos arredios da formalidade habitual dos teatros operáticos tradicionais.

Estrutura e Gestão da OAC

Assembleia Geral
Engº José António Ferreira de Barros, presidente da mesa

Direção
Prof. Doutor Luís Manuel Ferreira de Melo, presidente

Conselho Fiscal
Prof. Doutor Carlos Albino Veiga da Costa, presidente

Promotores